Dr. Marcel

Por que muitos tratamentos para Tendinopatias (Tendinites) não funcionam?

(1) Porque são realizados de forma genérica, sem considerar:

(1) Porque são realizados de forma genérica, sem considerar:

(1) Porque são realizados de forma genérica, sem considerar:

O estágio real da lesão tendínea (reativa, degenerativa ou crônica)

O estágio real da lesão tendínea (reativa, degenerativa ou crônica)

O estágio real da lesão tendínea (reativa, degenerativa ou crônica)

O estágio real da lesão tendínea (reativa, degenerativa ou crônica)

O nível de inflamação local

O nível de inflamação local

A biomecânica e o padrão de carga do paciente

A biomecânica e o padrão de carga do paciente

O tendão específico (ombro ≠ cotovelo ≠ joelho ≠ Aquiles)

O tendão específico (ombro ≠ cotovelo ≠ joelho ≠ Aquiles)

A expectativa do paciente

A expectativa do paciente

(2) Porque, na prática, a maioria dos profissionais prescrevem

tratamentos baseados apenas no exame de imagem, sem considerar que:

(2) Porque, na prática, a maioria dos profissionais prescrevem tratamentos baseados apenas no exame de imagem, sem considerar que:

(2) Porque, na prática, a maioria dos profissionais prescrevem tratamentos baseados apenas no exame de imagem, sem considerar que:

O que aparece na ressonância nem sempre é a causa da dor

O que aparece na ressonância nem sempre é a causa da dor

Hérnias e protrusões podem existir sem sintomas

Hérnias e protrusões podem existir sem sintomas

A dor pode ter origem:

A dor pode ter origem:

• Muscular

• Muscular

• Neural

• Neural

• Discogênica

• Discogênica

• Ligamentar

• Ligamentar

• Funcional

• Funcional

X

Tratar apenas a “imagem” pode não tratar o problema real.

Tratar apenas a “imagem” pode não tratar o problema real.

X

Tendinopatia não é tudo igual, e o tratamento também não deveria ser.

Tendinopatia não é tudo igual, e o tratamento também não deveria ser.

X

Tendinopatia não é apenas inflamação, é uma condição biológica, mecânica e metabólica, que exige uma avaliação e tratamento individualizado.

Tendinopatia não é apenas inflamação, é uma condição biológica, mecânica e metabólica, que exige uma avaliação e tratamento individualizado.

Após avaliação clínica e por imagem (somente se for necessário), o plano de tratamento pode incluir uma ou mais estratégias, sempre de forma individualizada, como por exemplo:

Eletrólise Percutânea Intratissular Guiado por Ultrassom (EPI)

Utilizado como estratégia complementar quando:

Existe degeneração do tendão

Tendinopatias crônicas ou de longa duração

Falha de resposta a tratamentos convencionais

Presença de tecido degenerado com baixo potencial de reparo

Presença de tecido degenerado com baixo potencial de reparo

Necessidade de estimular uma resposta inflamatória terapêutica controlada

Objetivo:

Induzir inflamação local controlada

Estimular a regeneração do tecido tendíneo

Favorecer reorganização do colágeno

Reduzir dor associada à degeneração

A EPI é indicada de forma criteriosa e sempre associada a um plano de reabilitação adequado.

Ortobiológicos (PRP, PRF e outras terapias biológicas)

Indicados principalmente quando:

Existe falha do reparo biológico

Tendinopatias crônicas ou recidivantes

Pacientes ativos ou atletas

Necessidade de estimular o processo reparativo

Associação com técnicas como a EPI para potencializar resultados

Objetivo:

Modular a inflamação

Estimular reorganização do colágeno

Melhorar a qualidade do tecido tendíneo

Nem toda tendinopatia é candidata a Ortobiológicos — a indicação é criteriosa.

MAC – Método de Aceleração Cicatricial

Utilizado como estratégia complementar quando:

Existe sofrimento celular e metabólico

Dor persistente mesmo após outras abordagens

Tendões com baixo potencial de cicatrização

Necessidade de otimizar o ambiente biológico local

Objetivo:

Modular o ambiente celular

Favorecer cicatrização e adaptação tecidual

Auxiliar no controle da dor

Exercícios corretamente orientados (parte essencial do tratamento)

Os exercícios DEVEM ser:

Individualizados

Ajustados ao estágio da lesão

Compatíveis com o tratamento realizado

Direcionados para carga progressiva e controle biomecânico

Os exercícios NÃO devem ser:

Exercício errado pode piorar a tendinopatia.

Exercício certo faz parte do tratamento.

Tanto o repouso quanto a realização de Exercícios de forma errada podem piorar a dor.

Se você já tentou de tudo e quer um tratamento que realmente trate a causa da dor, o primeiro passo é uma avaliação minuciosa e precisa.

Fisioterapeuta Intervencionista em Dor, formado pela UNICERP/

MG, com Pós-Graduação e Mestrado em Fisioterapia Ortopédica.

Com mais de 25 anos de experiência no tratamento da dor e lesões musculoesqueléticas, o Dr. Marcel utiliza as técnicas e conceitos mais modernos e atuais para os tratamentos não cirúrgicos.

Formações Especializadas

Ultrassonografia Musculoesquelética no Brasil e na Espanha

Eletrólise Percutânea Intratissular / Barcelona – ES

Neuromodulação de Nervos Periféricos / Espanha

Procedimentos Guiados por Ultrassom no Brasil e na Espanha

Neurorraquis / Espanha

Locais de Atendimento

Atendemos em duas unidades estrategicamente localizadas para sua comodidade

Anápolis

Endereço

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4.9

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Fisioterapeuta Intervencionista em Dor com mais de 25 anos de experiência. Tratamentos não cirúrgicos com as técnicas mais modernas.

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Contato

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