5 verdades importantes sobre as Tendinopatias
O que a maioria dos pacientes não sabe — e que muda completamente o resultado do tratamento.
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Tendinopatia não é Tendinite
Na maioria dos casos crônicos o tendão não está inflamado — o colágeno está desorganizado. É por isso que o anti-inflamatório alivia por um tempo e a dor volta.
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Repouso não recupera o tendão
Evitar o movimento e manter o tendão em repouso não devolve sua capacidade de suportar carga. Pelo contrário: sem estímulo adequado, o tendão se torna menos preparado para enfrentar as exigências do movimento, do trabalho e do esporte. A recuperação exige carga progressiva, específica e bem dosada, capaz de estimular adaptações no tecido e aumentar sua tolerância ao esforço.
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O tempo de dor muda a conduta
Uma Tendinopatia com poucas semanas de sintomas não se comporta da mesma forma que um quadro persistente há meses ou anos. O tempo de evolução influencia a irritabilidade do tendão, sua tolerância à carga e a forma como os exercícios devem ser introduzidos e progredidos. Tratar todos os casos da mesma maneira é o principal motivo de tratamentos malsucedidos.
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Eletrólise Percutânea Intratissular (EPI)
Procedimento minimamente invasivo, realizado em consultório - guiado por Ultrassom. Uma agulha é levada com precisão até a região comprometida do tendão e uma corrente galvânica controlada é aplicada diretamente desencadeando uma resposta local de reparação no tecido degenerado.
O objetivo é estimular a reorganização do tecido e reduzir a dor, permitindo que o tendão volte a suportar carga. A EPI é sempre combinada com exercício progressivo — é essa associação que sustenta o resultado.
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Neuromodulação dos Nervos Periféricos
Procedimento minimamente invasivo, realizado em consultório e guiado por Ultrassom que atua sobre os nervos envolvidos na transmissão e na manutenção da dor. Em Tendinopatias crônicas, o sistema nervoso pode permanecer sensibilizado, mantendo a dor mesmo quando o tecido já está em processo de recuperação. A Neuromodulação modula a atividade desses nervos reduzindo a dor.
O objetivo é controlar a dor persistente e permitir que o paciente tolere a carga necessária para a reabilitação do tendão.
Por isso, uma avaliação precisa é o primeiro passo para sair do ciclo de dor.
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Tendinopatias
Com mais de 25 anos de experiência no tratamento da dor e lesões musculoesqueléticas, utilizo as técnicas e conceitos mais modernos e atuais para os tratamentos não cirúrgicos.
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